Informações Técnicas sobre Mangueiras de Incêndio NBR 11861

Conteúdo oficial sobre mangueiras contra incêndio – classificação, ensaios, especificações, pressões e manutenção conforme ABNT NBR 11861 + NBR 12779.

Informações Técnicas Sobre Mangueiras de Incêndio – NBR 11861 e NBR 12779

Ensaios e bancada de teste de mangueira NBR 11861

Este conteúdo foi preparado para quem busca informações confiáveis e completas sobre mangueiras de incêndio. O objetivo é orientar engenheiros, condomínios, compradores, técnicos de segurança e brigadistas quanto às normas, especificações e aplicações práticas exigidas no Brasil.

A ABNT NBR 11861 é a norma que regula a fabricação, requisitos mínimos, tipos e ensaios obrigatórios para mangueiras de combate a incêndio Tipos 1, 2, 3, 4 e 5. Já a NBR 12779 complementa com diretrizes para inspeção, manutenção, rodízio, periodicidade de testes hidrostáticos e descarte.

Em resumo: a NBR 11861 define como a mangueira deve ser construída. A NBR 12779 define como ela deve ser conservada, testada e mantida em uso seguro.

Mangueiras de incêndio são itens obrigatórios em sistemas de hidrantes exigidos para AVCB. A escolha incorreta do tipo pode gerar riscos graves como falha no combate ao fogo, rompimento sob pressão ou reprovação em inspeção.


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ESPAÇO TÉCNICO DETALHADO – NBR 11861 e NBR 12779

Esta seção foi criada para quem precisa aplicar a mangueira de incêndio com rigor técnico e normativo, incluindo engenheiros, projetistas, empresas e responsáveis legais por edificações com AVCB. Aqui reunimos exigências reais de construção, ensaios de certificação, marcações obrigatórias e manutenção.

1. Requisitos Construtivos Obrigatórios – NBR 11861

  • Corpo têxtil em poliéster de alta tenacidade com trama e número mínimo de fios definidos em norma;
  • Camada interna obrigatória em borracha sintética vulcanizada, garantindo estanqueidade total ao fluxo de água;
  • Para Tipo 4 e 5 a norma permite uso de composto elastomérico externo com resistência ampliada à abrasão;
  • Engates Storz normalizados conforme NBR 14349, com marcação permanente e união por prensagem industrial;
  • Variação dimensional controlada por parâmetros normativos para garantir compatibilidade entre marcas;
  • Controle de peso linear e tolerância de expansão durante pressurização;
  • Acabamento final deve permitir enrolamento sem vincos e dobra sem crepitação.

2. Ensaios de Certificação – 100% obrigatórios para uso legal

Antes de chegar ao cliente, a mangueira passa por uma lista de testes de segurança com base na NBR 11861. Aprovada, recebe Certificação ABNT + Registro Inmetro:

  • Ensaio Hidrostático com pressurização contínua;
  • Teste de Ruptura com limite mínimo por tipo de mangueira;
  • Perda de carga por metro linear (fundamental para longos lances);
  • Ensaio de Abrasão (repetição de arraste simulado);
  • Ensaio de Flexão e Dobramento repetitivo;
  • Tubulação Interna – aderência e resistência térmica;
  • Ensaio de Envelhecimento por calor/UV (principalmente Tipo 4 e 5);
  • Verificação dimensional do diâmetro nominal (DN);
  • Testes de Alongamento e Tensão no corpo têxtil.

3. Identificação Obrigatória Gravada na Mangueira

Conforme ABNT, toda mangueira deve possuir gravação permanente:

  • Tipo: 1 | 2 | 3 | 4 | 5
  • Nome/Marca do Fabricante
  • Mês/Ano de Fabricação + Lote
  • Número de Série/Rastreabilidade
  • DN (1½” ou 2½”) e Comprimento
  • Selo Inmetro visível + Certificação válida

Isso permite rastrear toda a produção e garante validade legal em fiscalizações do Corpo de Bombeiros.

4. Manutenção e Testes Periódicos – NBR 12779

Mesmo certificada, a mangueira exige manutenção periódica para continuar apta ao combate real:

  • Inspeção visual a cada seis meses (recomendado);
  • Teste Hidrostático obrigatório anual para uso em serviço;
  • Reprovação imediata se houver: delaminação interna, corte profundo, vazamento ou deformação permanente;
  • Rodízio entre mangueiras de uso e reserva para prolongar vida útil;
  • Após aprovação em teste, deve receber carimbo de validade + lacre indicando data e responsável.

Importante: sem manutenção válida segundo a NBR 12779, o equipamento pode ser recusado em vistoria e seguro/incêndio pode negar indenização.

5. Vida útil média segundo aplicação real

  • Tipo 1 e 2 – maior durabilidade quando usadas em ambiente limpo e abrigo fechado;
  • Tipo 3 – ideal para operação repetitiva, suporta arraste interno moderado;
  • Tipo 4 – desempenho superior quando exposta ao sol e abrasão química;
  • Tipo 5 – usada onde mangueiras comuns rompem com frequência.

Uma escolha correta reduz custo de substituição e garante eficiência no combate às chamas.

Checklist Profissional antes de Comprar Mangueiras de Incêndio

Antes de concluir a aquisição, utilize esta lista prática para evitar erros comuns que geram retrabalho, prejuízo e reprovação do Corpo de Bombeiros.

  • ✔ A mangueira atende NBR 11861 (estrutura, ensaios e tipos)?
  • ✔ Possui Certificação ABNT + Selo Inmetro válido impresso no corpo?
  • ✔ O Tipo (1–5) corresponde ao ambiente do projeto?
  • ✔ O memorial de prevenção indica DN 1½” ou 2½”?
  • ✔ A edificação dispõe de hidrante compatível com engate Storz NBR 14349?
  • ✔ Houve conferência de metragem (15m/20m/25m/30m)?
  • ✔ Existe plano de teste hidrostático anual conforme NBR 12779?
  • ✔ Mangueiras de uso operacional e treinamento estão separadas?
  • ✔ A instalação prevê abrigo protegido para evitar ressecamento?
  • ✔ Em áreas agressivas foi considerado Tipo 4 ou 5 (abrasão/química/externo)?

Apenas seguir preço pode custar caro.
O modelo deve atender ao risco da área e às normas vigentes — sob pena de rompimento, falha no combate e reprovação em vistoria.

Itens que o Corpo de Bombeiros verifica em inspeção (AVCB)

  • 📌 Existência de projeto aprovado e compatibilidade dos equipamentos instalados;
  • 📌 Mangueiras com selo Inmetro legível e marcação permanente;
  • 📌 Teste Hidrostático atualizado – NBR 12779 exige validação periódica;
  • 📌 Abrigo com identificação, boa conservação e sem obstruções;
  • 📌 Acoplamento correto e funcional entre Storz/mangueira/esguicho;
  • 📌 Ausência de vinco, ressecamento, rasgos, bolhas ou abrasão;
  • 📌 Comprimento conformado ao projeto e alcances mínimos.

Se qualquer item estiver em desconformidade, o equipamento pode ser reprovado e o seguro pode negar cobertura por falha de manutenção.

✔ Resultado esperado com este checklist:

  • Redução de erros de compra;
  • Maior segurança jurídica para síndicos/empresas;
  • Vida útil maior da mangueira por escolha correta;
  • Garantia de conformidade para emissão ou renovação do AVCB;
  • Evita desperdício e substituições prematuras.

Como Garantir que sua Mangueira Está Apta Para Uso Imediato?

Após a aquisição, a etapa mais esquecida é a validação e manutenção. Mesmo nova, a mangueira precisa ser registrada e acompanhada conforme a NBR 12779. A inspeção inicial verifica se o acondicionamento no abrigo não está pressionando o tubo interno, se não há vincos e se os engates Storz estão alinhados e com retenção firme.

Para segurança máxima recomenda-se:

  • 🔎 Registro de compra + número de lote para rastreabilidade;
  • 📅 Teste hidrostático anual com etiqueta de validade aplicada na extremidade;
  • 💧 Secagem completa antes de recolhimento após uso ou teste;
  • 🧰 Guardar em abrigo fechado e protegido de umidade e raios solares;
  • ⚠ Substituir imediatamente se houver bolhas, furos, dobra permanente, odor forte de borracha queimada ou rigidez ao dobrar.

Lembre-se: A mangueira não falha no combate. Ela apenas revela uma falha que começou na escolha ou manutenção.


Erros que Podem Custar o AVCB

Com base em auditorias, vistorias reais e relatos de brigadistas, os equívocos abaixo estão entre os mais encontrados em condomínios e empresas:

  • ❌ Comprar Tipo 1 para uso comercial;
  • ❌ Mangueiras vencidas ou sem etiqueta de teste hidrostático;
  • ❌ Incompatibilidade de DN com saída de hidrante (1½” × 2½”);
  • ❌ Guardar molhada em abrigo fechado → apodrecimento interno;
  • ❌ Misturar mangueiras de combate com mangueiras de treinamento;
  • ❌ Estocar dobrada com vinco → dobra vira ponto de ruptura;
  • ❌ Não seguir memorial preventivo e projeto técnico;
  • ❌ Comprar mangueira sem Certificação válida Inmetro/ABNT.

Um único erro técnico pode invalidar todo o sistema de hidrantes.
A conformidade salva vidas, patrimônio e evita multas elevadas.


Vida Útil Média Estimada por Aplicação

Tipo Ambiente Recomendado Manutenção Sugerida Vida Útil Média¹
Tipo 1 Residencial interno Teste anual + armazenamento protegido 3–6 anos
Tipo 2 Escolas, hospitais, comércio Rodízio a cada inspeção + teste anual 4–7 anos
Tipo 3 Industrial uso frequente Lubrificação Storz e testes contínuos 5–8 anos
Tipo 4 Indústria pesada/externo Proteção UV + limpeza após uso 6–9 anos
Tipo 5 Abrasão extrema, siderurgia, portos Vistoria visual reforçada 7–10 anos

¹Valores estimados variam conforme ambiente, manutenção e frequência de uso.


Conclusão: Como Escolher com Segurança?

Se o objetivo é proteger pessoas e patrimônio, a escolha correta da mangueira não é apenas compra — é uma decisão de segurança. Empresas que seguem NBR 11861 + NBR 12779 não apenas passam em inspeções, mas garantem resposta rápida e eficiente em emergência real.

Condomínios evitam prejuízos, empresas previnem paralisações, hospitais protegem vidas. Uma mangueira certa hoje vale mais que o risco de perder tudo amanhã.


Modelos de Mangueira de Incêndio Disponíveis — Tipos 1 a 5 Conforme NBR 11861

Veja abaixo os principais modelos de mangueira de incêndio utilizados em sistemas de hidrantes no Brasil, todos fabricados conforme a ABNT NBR 11861 e indicados para diferentes níveis de risco e aplicação. Conhecer as características de cada tipo é essencial para garantir segurança, eficiência e conformidade com normas vigentes.

As mangueiras listadas seguem critérios técnicos de pressão de trabalho, resistência e construção, permitindo que síndicos, engenheiros e responsáveis pela edificação definam corretamente qual mangueira de combate a incêndio deve ser usada em ambientes residenciais, comerciais ou industriais.

Mangueira de Incêndio Tipo 1 — Ambientes Residenciais

A mangueira de incêndio Tipo 1 é a mais comum para condomínios residenciais, garagens internas e áreas com risco moderado. Ela é projetada para o primeiro atendimento ao foco de incêndio, garantindo tempo de resposta até que a brigada ou o Corpo de Bombeiros assuma o combate.

Mesmo sendo a categoria com menor pressão de trabalho, isso não significa fragilidade — o desempenho da mangueira depende diretamente de manutenção adequada, armazenamento correto e cumprimento da NBR 12779 durante ensaios periódicos. Em um sistema de hidrantes bem dimensionado, a mangueira Tipo 1 cumpre perfeitamente sua função em áreas internas.

Indicação usual: condomínios residenciais, salas de máquinas pequenas, portarias, halls e áreas internas com circulação regular.

Mangueira de incêndio Tipo 1 NBR 11861 Predyflex residencial para hidrantes

Especificações Técnicas – Tipo 1 (Predyflex)

  • Uso indicado: Residencial & condomínios (hidrantes internos)
  • Revestimento externo: Poliéster de alta tenacidade
  • Tubo interno: Borracha sintética preta vulcanizada
  • Engates: Storz em latão – conforme NBR 14349
  • Pressão de trabalho: 10 kgf/cm² • Pressão de ruptura: acima de 35 kgf/cm²
  • Comprimentos disponíveis: 15 • 20 • 25 • 30 m | DN: 1½”
  • Certificação: Inmetro – Portaria 547/2022 / NBR 11861

Nota técnica: mesmo em condomínios, a escolha da mangueira de incêndio para hidrante deve seguir o projeto preventivo. Trocar tipo, diâmetro ou metragem sem análise pode reprovar o AVCB e comprometer o combate ao fogo.

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Mangueira de Incêndio Tipo 2 — Comércio & Estabelecimentos Públicos

A mangueira de incêndio Tipo 2 é recomendada para áreas comerciais, prédios públicos, escolas, hospitais e locais com maior fluxo de pessoas. Ela suporta maior pressão de trabalho que a Tipo 1, sendo dimensionada para uso mais frequente em sistemas de hidrantes.

Com corpo têxtil reforçado em poliéster e tubo interno em borracha sintética, a mangueira de hidrante Tipo 2 alia durabilidade e segurança para edificações que exigem resposta rápida e confiável, desde que instalada de acordo com o projeto de incêndio.

Mangueira de incêndio Tipo 2 para comércio, hospitais e escolas NBR 11861

Especificações Técnicas – Tipo 2 (Superflex)

  • Indicação principal: comércio, escolas, hospitais, prédios públicos
  • Pressão de trabalho: 14 kgf/cm² • Pressão de ruptura: acima de 45 kgf/cm²
  • Construção: Poliéster + borracha sintética
  • Engates: Storz em latão
  • DN disponíveis: 1½" e 2½"
  • Comprimentos: 15 a 30 m
  • Certificação: Inmetro / ABNT NBR 11861

Nota MIB: antes de definir a mangueira de incêndio Tipo 2, consulte o memorial de cálculo do sistema de hidrantes para compatibilizar pressão de rede, diâmetro, vazão e alcance.


Mangueira de Incêndio Tipo 3 — Uso Industrial com Capa Dupla

A mangueira Tipo 3 é projetada para ambientes industriais, galpões logísticos, centros fabris e áreas operacionais, onde o desgaste é maior e existe possibilidade de arraste no piso. Sua dupla camada têxtil oferece alta resistência mecânica e vida útil ampliada.

É uma excelente escolha para sistemas de hidrantes que são usados tanto em treinamentos quanto em ocorrências reais, garantindo uma mangueira de combate a incêndio robusta e confiável para uso profissional.

Diferenciais: maior resistência à abrasão, menor desgaste por arraste em pisos industriais e melhor desempenho em uso operacional contínuo.

Mangueira de incêndio Tipo 3 capa dupla industrial conformidade NBR 11861

Especificações Técnicas – Tipo 3 (Superflex Capa Dupla)

  • Revestimento externo: dupla camada de poliéster alta tenacidade
  • Tubo interno: borracha sintética vulcanizada
  • Pressão de trabalho: 14 kgf/cm² • Pressão de ruptura: acima de 45 kgf/cm²
  • Comprimentos: 15 • 20 • 25 • 30 m
  • Diâmetros nominais: 1½” e 2½”
  • Certificação: Inmetro – Portaria 547/2022 / NBR 11861

Nota MIB: indicada para locais com movimentação de empilhadeiras, paleteiras e equipamentos sobre o piso, onde outras mangueiras se desgastariam rapidamente.


Mangueira de Incêndio Tipo 4 — Indústria Pesada e Ambientes Agressivos

A mangueira de incêndio Tipo 4, conhecida como linha Plastflex, é desenvolvida para indústria pesada, áreas externas, pátios industriais, plantas químicas e locais com alta agressividade. Seu revestimento em composto nitrílico/PVC proporciona proteção extra contra abrasão, produtos químicos e contato com superfícies aquecidas.

É indicada quando a mangueira fica mais exposta ao tempo e a condições severas, garantindo maior durabilidade em comparação a modelos têxteis tradicionais.

Indicações comuns: indústrias químicas, siderúrgicas, mineração, plantas externas, áreas com óleo, graxa ou risco térmico elevado.

Mangueira de incêndio Tipo 4 plastflex para indústria pesada e áreas agressivas

Especificações Técnicas – Tipo 4 (Plastflex)

  • Revestimento externo: PVC especial / borracha nitrílica de alta resistência
  • Tubo interno: borracha especial para uso em hidrantes
  • Engates: Storz em latão
  • Pressão de trabalho: 14 kgf/cm²
  • Pressão de ruptura: acima de 45 kgf/cm²
  • Comprimentos: 15 a 30m | DN: 1½” e 2½”
  • Certificação: Inmetro – NBR 11861

Observação importante: em áreas externas, recomenda-se inspeção regular quanto à exposição UV e contaminantes químicos, seguindo orientações da NBR 12779.


Mangueira de Incêndio Tipo 5 — Abrasão Extrema & Máxima Resistência

A mangueira Tipo 5 é o modelo mais resistente da série definida pela ABNT NBR 11861. Construída com borracha externa e interna reforçada e tecido têxtil no seu interior, é ideal para portos, mineração, siderurgia, áreas externas severas e locais com tráfego intenso de veículos.

Ela suporta arraste contínuo sobre pisos abrasivos, degraus, rampas e superfícies irregulares, reduzindo substituições frequentes e oferecendo excelente custo-benefício para operações pesadas.

Mangueira de incêndio Tipo 5 borracha total para abrasão extrema e uso severo

Especificações Técnicas – Tipo 5 (Ruberflex)

  • Construção: borracha interna e externa + reforço têxtil
  • Uso indicado: ambientes extremos, abrasivos, com tráfego de veículos
  • Pressão de trabalho: 14 kgf/cm² • Pressão de ruptura: acima de 45 kgf/cm²
  • Comprimentos: 15 a 30m
  • Diâmetros nominais: 1½” e 2½”
  • Certificação: Inmetro – NBR 11861

Quando escolher a Mangueira de Incêndio Tipo 5?
Quando o desgaste é muito alto, há arraste constante, tráfego de empilhadeiras/caminhões sobre a mangueira e substituições se tornam frequentes. É a opção com máxima durabilidade e robustez dentro da norma.

Referências Oficiais de Consulta

  • 📄 ABNT NBR 11861 – Mangueiras de Combate a Incêndio 🔗 https://www.abntcatalogo.com.br/
  • 📄 ABNT NBR 12779 – Inspeção, Manutenção e Ensaios Hidrostáticos 🔗 https://www.abntcatalogo.com.br/
  • 🔥 Corpo de Bombeiros – ITs Oficiais (SP) 🔗 https://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/

Conteúdo exclusivo desenvolvido para uso informativo. Proibida reprodução sem autorização.

Boas Práticas de Armazenamento e Conservação

Armazenar corretamente é tão importante quanto comprar o modelo certo. A mangueira deve permanecer enrolada em formato “S”, limpa, seca e sem dobras permanentes. Em abrigos externos, recomenda-se verificar vedação contra intempéries, umidade e poeira.

  • Evite contato com óleo, solventes e produtos químicos;
  • Não deixe exposta ao sol quando fora do abrigo;
  • Hidrantes ao tempo exigem inspeção visual mais frequente;
  • Em uso real, após o combate, lave com água limpa antes do armazenamento;
  • Jamais guardar molhada — risco de apodrecimento interno e mofo;
  • Aplicar teste hidrostático periódico para renovação da validade;
  • Mangueiras para treinamento devem ser separadas das de combate.

✔ Uma mangueira bem cuidada dura até o triplo comparada a uma sem manutenção.


Quando é Hora de Substituir a Mangueira?

Nem sempre a mangueira precisará ser descartada por ruptura. Há situações onde ela pode ser reprovada apenas em teste e substituída preventivamente.

Substituição recomendada quando:

  • Há vazamento mesmo após segundo teste hidrostático;
  • Bolhas, delaminação ou ruptura do tubo interno;
  • Engates com deformação ou desgaste que afeta acoplamento;
  • Dobra permanente persistente mesmo após relaxamento;
  • Marcações apagadas impossibilitando rastreio e validade.

⚠ Mangueira sem identificação pode gerar REPROVAÇÃO imediata no AVCB.


Conclusão Final – Como Garantir Compra Técnica sem Erros

Você agora tem um guia completo com informações oficiais sobre mangueiras de incêndio NBR 11861, complementado com requisitos de inspeção e manutenção NBR 12779. Essa página foi pensada para ajudar síndicos, engenheiros, compradores e brigadistas a tomarem decisões mais seguras, evitando prejuízos e aumentando a confiabilidade do sistema de hidrantes.

Ao escolher a mangueira correta:

  • Você reduz risco de falha operacional;
  • Evita multas e reprovação no AVCB;
  • Protege patrimônio e vidas humanas;
  • Estende a vida útil do equipamento;
  • Economiza com substituições prematuras;
  • Garante conformidade legal e seguro válido.

A escolha da mangueira não é apenas compra — é estratégia de proteção.
No combate ao incêndio, segundos importam. Equipamento certo salva tudo que é importante.



Normas, Documentos e Bases Oficiais Utilizadas

Para aprofundamento e consultas técnicas, recomendamos acessar diretamente as fontes oficiais:

  • 📄 ABNT NBR 11861 – Requisitos de fabricação e classificação de mangueiras 🔗 https://www.abntcatalogo.com.br/
  • 📄 ABNT NBR 12779 – Procedimentos de inspeção, manutenção e ensaio hidrostático 🔗 https://www.abntcatalogo.com.br/
  • 🔥 Corpo de Bombeiros – Instruções Técnicas e exigências para AVCB 🔗 https://www.corpodebombeiros.sp.gov.br/

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